quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Tampa Child Proof





O objetivo foi desenvolver um sistema à prova de crianças que pudesse ser amplamente usado, principalmente em países em desenvolvimento e do terceiro mundo, onde as legislações não são tão rigorosas com embalagens que contenham produtos tóxicos, ser um sistema barato para poder ter vasta utilização e gerar um menor impacto ambiental, principalmente ao efeito estufa.


Assim, desenvolveram uma tampa leve de apenas uma peça, sem necessidade de montagem extra, resultando em uma peça segura, mais barata, gerando um menor impacto ambiental, além de mais prática para os idosos.


Veja matéria na íntegra em: http://embalagemsustentavel.com.br/2010/06/21/tampa-child-proof

POSTADO POR: JÚNIOR, Jairo.

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Seleção brasileira adota camisa "sustentável"

A novidade sustentável para a seleção brasileira de futebol são as camisas. Feitas com malha PET, que tem como matéria-prima garrafas plásticas reutilizadas, as camisas são 15% mais leve que as antigas, facilitam a passagem de ar e ainda são mais confortáveis que as tradicionais.
De poliéster para PET Ao todo, oito seleções pularam do tradicional poliéster para o tecido inteligente de malha PET. Portugal, Holanda, Coréia do Sul, Austrália, Nova Zelândia, Sérvia e Eslovênia foram os outros países a vestirem a camisa da sustentabilidade com uniformes feitos da maneira menos agressiva ao meio ambiente.
Criada pela empresa de artigos esportivos Nike, a blusa é confeccionada utilizando cerca de oito garrafas plásticas por peça, e segundo a Nike, o processo de fabricação diminui em até 30% o consumo de energia, se comparado ao uso de poliéster novo.
Copa responsável Ampliando sua integração ao esporte, as práticas sustentáveis estão cada vez mais presentes no futebol, e para a Copa do Mundo de 2010, que acontecerá na África do Sul, esperam-se boas novidades.
No país cede, por exemplo, estádios e espaços já começam a se preparar para receber os jogos de uma forma mais "verde" e socialmente responsável, e segundo o ministro do turismo do país, Marthinus van Schallkwyk, muito poderá ser feito.
"Estamos ampliando a visão do nosso departamento para dar mais foco ao turismo sustentável. É preciso que seja um evento positivo também para a população africana", diz o ministro, que aposta no turismo rural, na criação de empregos e no desenvolvimento das habilidades dos cidadãos como forma de crescer positivamente.

Postada por: Vando alves

KUAT EKO E ESPOLETO EM PARCERIA SUSTENTVEL

Preservar o meio ambiente é um dever de todos nós. As ações neste sentido não podem ficar restrita somente às grandes empresas, ao poder público, ou algo do genero. Cada um tem de dar a sua contribuição para termos condições de vida saudável. Pensando nessa responsabilidade, o Spoleto, rede de restaurantes presente em várias cidades do Brasil, vai adotar bandejas de plástico reciclado em suas mais de 200 lojas.
As peças foram doadas pela marca de refrigerante Kuat Eko, cujo posicionamento propõe ao consumidor uma renovação na forma de se relacionar com o meio ambiente. A primeira leva será de 30 mil bandejas, dando início a um processo cíclico: as que estão sendo substituídas agora também servirão de matéria-prima para as próximas.

POSTADO POR:  VANDO ALVES

MARKETING VERDE


Embora as questões ambientais venham há muito influenciando as práticas de marketing, especialmente na Europa, sua relevância aumentou de fato na última década. Graças à ampla divulgação das atividades do dia do planeta Terra nos Estados Unidos, em abril de 1990 nasceu o movimento 'marketing verde'. Houve uma explosão de produtos e programas de marketing 'ecologicamente corretos, ao mesmo tempo que um número cada vez maior de empresas procurava capitalizar a crescente sensibilidade do consumidor a questões ambientais.
Sob uma perspectiva de branding, entretanto,os programas de 'marketing verde' não foram um sucesso absoluto.
Apesar do esforço de marketing esse movimento tem encontrado alguns obstáculos:
Superexposição e falta de credibilidade: Tantas empresas alegaram ser ecologicamente corretas que o público se tornou cético quanto à validade dessas afirmações. Investigações governamentais sobre alegações 'ambientalistas' de algumas empresas (sacos de lixo biodegradáveis, por exemplo) e reportagens sobre condutas antiecológicas por parte de outras aumentaram as dúvidas dos consumidores.
Comportamento do consumidor: Estudo monstraram que, no geral, os consumidores não estão dispostos a pagar mais por benefícios ambientais, embora alguns segmentos de mercado estejam. A maioria dos consumidores não parece disposta a abrir mão dos benefícios de outras alternativas em prol dos produtos 'verdes'. Alguns, por exemplo, não gostam da qualidade, da aparência ou da textura do papel reciclado ou dos produtos de limpeza 'verdes'. E outros não estão dispostos a abrir mão da conveniência de produtos descartáveis como fraldas.
Implementação ineficiente: Ao adotar uma orientação de marketing verde, muitas empresas implementaram mal o seu programa de marketing. Projetos falhos em termos de valor ambiental, preço elevado e promoção inadequada dos produtos levaram ao fracasso. Alguns anúncios não conseguiram criar uma conexão entre o que a empresa estava fazendo pelo ambiente e como isso afetava os consumidores individualmente.
Para superar esses obstáculos e certificar-se de que iniciativas ecológicas sejam implementadas corretamente algumas empresas recomendam recorrer à ajuda de um 'campeão verde' - um ambientalista que trabalha internamente para tornar as empresas mais ecológica. POSTADA POR VANDO ALVES

Verdemar abre a 5ª loja, a primeira na Grande BH


Localizada no Bairro Jardim Canadá, unidade é resultado de investimento de R$ 5 milhões em sustentabilidade

A rede de supermercados Verdemar inaugura sua quinta loja – a primeira na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH) - na quinta-feira (29). Localizada no Jardim Canadá, em Nova Lima, e resultado de um investimento de, aproximadamente, R$ 5 milhões, a unidade foi construída dentro de princípios de sustentabilidade.


Apenas em energia elétrica, a expectativa é de que o novo modelo gere uma economia de 30%, na comparação com os outros prédios. Além disso, conforme o sócio e diretor comercial Alexandre Brognaro Poni, a loja, que conta com 1.500 metros quadrados de área construída, oferece mais conforto e novidades aos clientes.

Uma delas é o ambiente aquecido. “Como a região é fria, teremos um piso radiante, sob o qual foram instaladas tubulações para circulação de água quente gerada por um trocador de calor do sistema de refrigeração. Isso permite maior conforto térmico, sem custo de energia”, explica.

Com relação ao mix de produtos e serviços, Poni informa que, no dia 10 de maio, será inaugurada uma “parrilla” dentro da loja. Ficará na área da pizzaria e comercializará produtos como “bife ancho”, chorizo, prime rib, morcilla, entre outros.

O consumidor também poderá adquirir uma sacola ecológica, assinada por Ronaldo Fraga, ao custo de R$ 2,49. Quando a utilizar, ganhará desconto de 0,5% no valor das compras acima de R$ 20.

Ao todo, a loja oferecerá em torno de 17 mil itens e serviços presentes nas demais unidades: além da pizzaria, creperia, padaria, temakeria e montagem de sushies e saladas na hora. São 100 vagas de estacionamento e 250 funcionários.

“O objetivo é atender a demanda crescente de Nova Lima, em especial dos condomínios ao redor do supermercado. Há um grande potencial nessa área, com população de alto poder aquisitivo (principal público da rede)”, observa Poni. Apostando na região, ele já planeja, para o próximo ano, a abertura de uma nova unidade, desta vez na MG-30. O local ainda não foi escolhido.

sábado, 4 de setembro de 2010

Toddy Orgânico

O desenvolvimento do Toddy orgânico demandou um amplo estudo da cadeia de valor do produto, que resultou em benefícios que foram além do próprio dele próprio, gerando impactos positivos desde sua produção até o descarte final da embalagem.

Os resultados alcançados pelo projeto foram: - Utilização de 100% de cacau e açúcar orgânicos certificados;
- Uso de material 100% reciclado para a produção de rótulos (75% a 80% pré-consumo e 25% a 30% pós-consumo);
- Uso de matéria-prima certificada pelo FSC - Conselho Brasileiro de Manejo Florestal, para produção do rótulo do produto;
- Menor emissão de gases de efeito estufa;
- Eliminação do uso de queimadas para colheita da cana-de-açúcar utilizada para produção de Toddy Orgânico.

Veja o conteúdo na íntegra em:  http://embalagemsustentavel.com.br/2010/01/23/toddy-organico/
Matéria de: 23/01/2010
POSTADO POR: JÚNIOR, Jairo

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Certificação cresce no mundo e já é diferencial competitivo


A quantidade de florestas e empresas certificadas pelo Conselho de Manejo Florestal (FSC) tem aumentado significativamente nos últimos anos. O número de organizações que obtiveram a certificação de cadeia de custódia – que assegura que todo o processo produtivo acontece em conformidade com padrões de sustentabilidade ambiental e social – tem crescido, em média, 40% ao ano desde 2006. O total já chega a 17 mil instituições no mundo.


Em termos de extensão, a certificação FSC também vem crescendo de maneira expressiva. As áreas florestais referendadas pelo Conselho de Manejo Florestal aumentaram 16% nos últimos três anos. Atualmente são mais de 130 milhões de hectares certificados em todo o planeta. Deste total, 5 milhões estão em território brasileiro.


De acordo com o diretor do FSC Internacional, André de Freitas, a certificação tem se mostrado eficaz não apenas em termos de conservação, mas também como um diferencial competitivo de negócios. “Os produtos certificados têm mais acesso a diferentes mercados no Brasil e no mundo e já existem muitos casos em que os compradores remuneram melhor os produtos que têm o selo FSC”, observa o diretor.

“As áreas certificadas só não crescem mais no Brasil devido aos problemas fundiários na Amazônia e à confusão nos processos de licenciamento ambiental. Ainda é muito difícil licenciar um plano de manejo, o processo é oneroso e lento, durando em média seis meses e às vezes ultrapassando um ano”, critica Mauro Armelin, coordenador do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Sustentável do WWF-Brasil.


Confira matéria na íntegra em:  http://www.wwf.org.br/empresas_meio_ambiente/noticias/?24721/Certificao-cresce-no-mundo-e-j--diferencial-competitivo



Fonte: Site WWF-Brasil, 08 de Abril de 2010.